Coimbra foi a primeira parada da nossa viagem de aniversário. Saímos de Santarém de carro com destino ao norte de Portugal e decidimos aproveitar o caminho para conhecer um pouco da cidade antes de continuar a viagem. Nossa escolha foi o Parque Verde do Mondego, um espaço que eu já tinha curiosidade de conhecer e que faz parte da vida cotidiana de Coimbra às margens do rio.
Fomos em família e estacionamos no próprio parque, a princípio, seria uma parada relativamente rápida para caminhar um pouco e conhecer a região, mas encontramos muito mais coisas pelo caminho do que imaginávamos.
Caminhamos pelas margens do Mondego, atravessamos a Ponte Pedro e Inês, encontramos o enorme urso verde que chama atenção de longe, passamos pelo parque infantil e aproveitamos para conhecer o lugar sem transformar a visita numa corrida para cumprir pontos turísticos.
Neste artigo, além de contar exatamente o percurso que fizemos, reuni as informações práticas que eu gostaria de ter encontrado antes da viagem: onde estacionamos, quanto pagamos de portagem saindo de Santarém, o que encontramos no Parque Verde do Mondego, quanto tempo vale reservar para o passeio e onde paramos depois para tomar um café e procurar o nosso tradicional ímã de viagem.
Informações rápidas
- Local: Parque Verde do Mondego, Coimbra
- Entrada: gratuita
- Estacionamento: pago, no próprio parque
- Tempo para visitar: cerca de 1h30 a 2h para um passeio tranquilo
- Para ir com crianças: sim
- Nossa parada depois do parque: Mr. Brownie
- Nosso imã de Coimbra: comprado na Casa China, na Rua da Olivença
Onde fica o Parque Verde do Mondego?
O Parque fica às margens do rio Mondego, em Coimbra, e ocupa uma extensa área destinada a caminhadas, lazer e atividades ao ar livre. Sua localização permite conhecer diferentes pontos da região a pé, acompanhando o rio e aproveitando uma parte da cidade bem diferente das ruas históricas do centro de Coimbra.
O parque possui áreas verdes, caminhos para pedestres, espaços de descanso e lazer, além de fazer ligação com alguns dos lugares que visitamos durante o passeio, como a Ponte Pedro e Inês e o parque infantil.
Nós chegamos de carro, vindos de Santarém, e optamos por estacionar no próprio Parque Verde. Para quem está fazendo uma viagem de carro como nós, isso facilitou bastante, porque deixamos o veículo e começamos o passeio a pé, sem precisar procurar outro estacionamento ou utilizar transporte para chegar até essa região.
Mais adiante vou mostrar exatamente onde estacionamos, quanto tempo permanecemos no local e quanto pagamos pelo estacionamento no dia da nossa visita.
VER LOCALIZAÇÃO NO GOOGLE MAPS →

Como foi nossa visita ao Parque
Nossa visita aconteceu sem um roteiro muito definido, depois de estacionar, começamos a caminhar pelas margens do rio e fomos descobrindo os diferentes espaços conforme avançavamos pelo parque.
Como estavamos com a Clara, uma das nossas paradas foi naturalmente o parque infantil. É uma boa opção para quem visita Coimbra com crianças, principalmente porque permite incluir um momento de brincadeira durante o passeio sem precisar sair da região do Parque Verde.
Chegamos à Ponte Pedro e Inês, um dos pontos mais conhecidos dessa área, também encontramos pelo caminho o enorme urso verde, que acabou rendendo uma das descobertas mais curiosas da nossa visita e que merece uma explicação à parte.
O que funcionou muito bem para nós foi justamente não ter um roteiro rígido dentro do parque. Caminhamos, paramos para observar o rio, tiramos fotos, deixamos a Clara aproveitar o espaço infantil e seguimos sempre que alguma coisa chamava nossa atenção.
Como primeira parada de uma viagem que ainda continuaria até o Porto naquele mesmo dia, o Parque Verde do Mondego também foi uma escolha prática. Conseguimos conhecer uma parte de Coimbra, descansar um pouco da estrada e aproveitar o passeio em família antes de voltar para o carro e seguir viagem.
O que encontramos pelo caminho
Antes de chegarmos à Ponte Pedro e Inês, alguns detalhes pelo caminho já começaram a despertar nossa curiosidade. Um deles estava próximo à região por onde entramos depois de estacionar: uma oliveira acompanhada por uma escultura metálica e uma placa explicativa.
A Oliveira SNS e a homenagem a António Arnaut
A chamada Oliveira SNS foi plantada em 15 de setembro de 2009, durante as comemorações dos 30 anos do Serviço Nacional de Saúde português. A escolha de uma oliveira não foi apenas decorativa, a árvore passou a representar simbolicamente o SNS e, ao longo dos anos, sua rega tornou-se parte das celebrações realizadas em Coimbra por ocasião do aniversário do serviço de saúde.
Ao lado da árvore está a escultura que encontramos durante o passeio, criada pelo artista plástico Mário Nunes em homenagem a António Arnaut, advogado, escritor e político português, Arnaut teve um papel fundamental na criação do Serviço Nacional de Saúde. Foi durante sua passagem pelo Ministério dos Assuntos Sociais que avançou o projeto que daria origem a um sistema de saúde de acesso universal em Portugal, razão pela qual ficou conhecido como um dos principais nomes ligados à criação do SNS.
A escultura foi inaugurada em 2019, durante as comemorações dos 40 anos do Serviço Nacional de Saúde, um ano depois da morte de António Arnaut.


Marcas deixadas pelo caminho
Continuando a caminhada, algumas árvores também chamaram nossa atenção. Em seus troncos havia nomes, iniciais, datas e corações gravados por visitantes.
Não encontrei nenhuma informação indicando que exista ali uma tradição oficial relacionada a essas marcas. Tudo indica que elas foram sendo deixadas espontaneamente ao longo do tempo por pessoas que passaram pelo local e decidiram registrar nomes, relacionamentos ou simplesmente a data da visita.
É curioso observar quantas histórias diferentes acabaram registradas naquele tronco, algumas aparentemente há bastante tempo. Ao mesmo tempo, é importante lembrar que riscar ou cortar a casca pode causar danos às árvores, deixando inclusive áreas mais vulneráveis a pragas e doenças.
Dessa “tradição”, portanto, nós preferimos não participar, ficamos apenas com as fotos e seguimos nosso caminho, uma lembrança que não precisava ficar gravada em nenhuma árvore.


Ponte Pedro e Inês: fomos até o meio
Nós não fizemos a travessia completa até o outro lado do rio, caminhamos até aproximadamente o centro, paramos para observar a paisagem e depois retornamos.
Inaugurada em 2006 como parte do Programa Polis, a ponte foi projetada pelo engenheiro português António Adão da Fonseca em parceria com Cecil Balmond. Com cerca de 275 metros de extensão, foi criada exclusivamente para pedestres e ciclistas e estabelece uma ligação entre as duas margens do rio.
Visualmente, alguns elementos fazem com que ela seja facilmente reconhecida. O piso utiliza madeira e as laterais são preenchidas por painéis de vidro laminado em diferentes cores, entre elas amarelo, azul, verde e rosa. Conforme caminhamos, esses painéis coloridos se misturam à paisagem e dão à estrutura uma aparência bem diferente das pontes tradicionais que atravessam o Mondego.
Na região central, a estrutura se alarga e forma uma espécie de pequena praça suspensa sobre o rio, chegando a aproximadamente oito metros de largura. Em vez de servir apenas como passagem entre uma margem e outra, esse espaço permite parar durante a travessia e observar Coimbra e o Mondego com mais calma.



O urso verde que virou um dos símbolos do parque
É praticamente impossível não reparar nele, a estrutura gigante em formato de urso se destaca no meio da área verde e acabou se tornando uma das imagens mais reconhecíveis dessa região de Coimbra. Para quem visita com crianças, a parada fica ainda mais interessante, já que o espaço ao redor permite chegar bem perto e brincar junto à estrutura.
Para nós, naquele momento, era simplesmente “o urso verde de Coimbra” que queríamos encontrar. Só depois da viagem descobri que sua história é bem mais curiosa do que imaginávamos.
O urso que vemos atualmente não é exatamente o mesmo que ocupava o local originalmente, a primeira estrutura era coberta por relva natural e não havia sido criada inicialmente para permanecer ali. Ela havia sido utilizada em uma exposição promovida pelo antigo Museu da Ciência e da Técnica e, posteriormente, foi instalada nessa área da cidade.
Em 2005, essa primeira versão foi destruída por um incêndio provocado por vandalismo, a estrutura acabou sendo reconstruída e voltou a fazer parte da paisagem. Com o passar do tempo, manter uma escultura daquele tamanho revestida por vegetação natural também se mostrou um desafio. A relva original acabou sendo substituída por um revestimento sintético, mais fácil de conservar e capaz de manter a aparência verde durante todo o ano.



Parque infantil: pausa para a Clara brincar
Fizemos uma parada especialmente para a Clara, entre as diferentes áreas de lazer, há espaços destinados às crianças, então aproveitamos para deixá-la brincar um pouco antes de continuar nosso passeio.
Para quem conhece Coimbra em família, esse é um ponto positivo, a criança não precisa passar todo o tempo apenas acompanhando os adultos entre uma atração e outra. É possível incluir naturalmente um momento para correr, brincar e descansar do restante do roteiro.
Em frente havia um café que poderia ter sido uma opção para sentarmos enquanto ela brincava, mas chegamos cedo e ainda estava fechado. O mesmo aconteceu quando passamos pela área das esplanadas: como fizemos a visita pela manhã, encontramos os estabelecimentos ainda sem funcionamento.
Por outro lado, esse horário deixou toda essa região bastante tranquila. Havia menos movimento, conseguimos caminhar com calma e a Clara pôde aproveitar o espaço infantil.



As esplanadas estavam fechadas quando passamos
Depois da pausa no parque infantil, continuamos caminhando pela região das esplanadas, que reúne cafés, bares e restaurantes próximos ao Mondego. Como fizemos nossa visita pela manhã, encontramos os estabelecimentos ainda fechados e não conseguimos parar para tomar o café que estávamos procurando.
A área estava praticamente vazia naquele horário, mas é fácil imaginar um cenário bem diferente ao longo do dia. As mesas ao ar livre e a proximidade com o rio fazem desse trecho um lugar agradável para sentar, fazer uma refeição ou simplesmente aproveitar a paisagem quando os estabelecimentos estão funcionando.
Essa região também está integrada aos caminhos que acompanham as margens do Mondego. São cerca de quatro quilômetros de percursos destinados a pedestres e ciclistas, permitindo que o passeio continue por uma extensão bem maior do que aquela que percorremos durante nossa visita.
Para nós, chegar cedo acabou tendo vantagens e desvantagens. Não conseguimos experimentar nenhum dos estabelecimentos e ainda continuávamos procurando um lugar para tomar café, mas, em compensação, encontramos tudo muito tranquilo. Caminhamos sem grandes grupos de pessoas, paramos sempre que queríamos fotografar alguma coisa e aproveitamos o espaço sem pressa.
Como ainda seguiríamos viagem naquele mesmo dia, não percorremos os quatro quilômetros nem tentamos conhecer todas as áreas. Fizemos apenas o trecho que se encaixava no tempo que tínhamos disponível e seguimos para a próxima parada antes de deixar Coimbra.



A fonte e a ligação com o Parque Manuel Braga
É nessa região que acontece a continuidade entre o Parque Verde e o Parque Manuel Braga. Os dois espaços acompanham o Mondego e estão conectados de uma forma tão natural que, para quem visita a cidade pela primeira vez, é possível continuar caminhando sem perceber claramente onde termina um e começa o outro.
O Parque Manuel Braga tem uma história anterior e está há muito tempo ligado à paisagem urbana de Coimbra. Sua localização junto ao rio faz com que, atualmente, ele praticamente dê continuidade ao percurso que vínhamos fazendo, isso amplia bastante as possibilidades para quem pretende reservar mais tempo para caminhar por essa região da cidade.
No nosso caso, não seguimos explorando o Parque Manuel Braga. A fonte marcou praticamente o limite do percurso que conseguimos fazer antes de continuar a viagem, mas antes de deixar Coimbra ainda faltavam duas coisas.
A primeira era encontrar o nosso tradicional ímã de viagem, uma lembrança que costumamos procurar nos lugares por onde passamos, a segunda era finalmente tomar um café. Foi então que saímos da região do rio e seguimos para outro ponto de Coimbra, onde conseguimos resolver as duas coisas antes de pegar novamente a estrada.



O ímã da viagem: nossa lembrança de Coimbra
Tem uma coisa que provavelmente vai aparecer muitas vezes por aqui: nós colecionamos ímãs dos lugares que visitamos em família.
Não é uma coleção planejada nem precisamos encontrar o ímã mais bonito ou sofisticado da cidade. A graça está justamente em procurar um durante a viagem e levar para casa uma pequena lembrança daquele lugar. Depois, quando ele vai para a geladeira/frigorífico junto com os outros, acaba representando muito mais do que o objeto em si.
Encontramos o nosso na Casa China, na Rua da Olivença, enquanto caminhávamos pela região depois de sair do parque.

E pronto: Coimbra oficialmente ganhou seu espaço na nossa coleção.
Pode parecer um detalhe pequeno, mas gosto justamente disso. Cada ímã acaba guardando uma história diferente sobre onde estávamos, o que fizemos naquele dia e até como encontramos aquela lembrança.
🧲 O ÍMÃ DA VIAGEM · COIMBRA
Mr. Brownie: nossa parada para um café brasileiro
Quase em frente à Casa China encontramos o Mr. Brownie, não era um lugar que havíamos pesquisado ou colocado no roteiro. Encontramos por acaso enquanto caminhávamos pela Rua da Olivença, e um detalhe chamou nossa atenção imediatamente: era um estabelecimento brasileiro.
Morando fora do Brasil, é difícil não sentir curiosidade quando encontramos pelo caminho um lugar com sabores e referências brasileiras. Mesmo durante uma viagem dentro de Portugal, reconhecer produtos, comidas ou simplesmente um pouco daquela familiaridade faz a gente querer entrar para conhecer.
Como ainda precisávamos voltar para buscar o carro antes de seguir viagem, aproveitamos a oportunidade para fazer uma pausa. Depois da caminhada daquela manhã, sentamos, tomamos nosso café e encerramos ali nossa passagem por Coimbra.
Depois dessa parada, retornamos para buscar o carro e seguimos viagem. Nosso próximo destino seria o Porto, começando pelos Jardins do Palácio de Cristal.

Veja como foi nossa visita ao Parque Verde do Mondego
Se quiser ver um pouco de tudo isso como aconteceu de verdade, gravei nossa passagem pelo Parque durante a viagem. No vídeo dá para acompanhar nosso passeio em família, desde a chegada ao parque até alguns dos lugares que mostrei ao longo deste artigo.
E essa foi só a primeira parada da nossa viagem de aniversário, ainda tinha muita estrada e vários lugares pela frente.
Informações práticas para visitar o Parque Verde do Mondego
Se você está planejando conhecer o Parque, reuni aqui algumas informações práticas que podem ajudar na visita. Algumas são informações do próprio local e outras são baseadas na nossa experiência naquele dia, por isso valores e horários podem mudar.
Onde estacionar?
Nós fomos de carro e estacionamos no próprio. No dia da nossa visita, pagamos €1 por duas horas de estacionamento.
O estacionamento é tarifado e o pagamento é feito de acordo com o período utilizado, como tarifas e condições podem ser alteradas, recomendo conferir os valores indicados no parquímetro no momento da visita.
Para nós foi uma opção muito prática: deixamos o carro ali, fizemos todo o passeio a pé, saímos depois em busca do nosso ímã de Coimbra e do café e, no final, voltamos ao parque para pegar o carro e continuar a viagem.
É preciso pagar para entrar?
Não. O acesso ao Parque é gratuito e você pode circular pelas áreas públicas, caminhar junto ao rio, utilizar os espaços de lazer e conhecer pontos como a Ponte Pedro e Inês sem pagar entrada.
O que pode gerar custos são, naturalmente, estacionamento, alimentação e outros serviços utilizados durante a visita.
Quanto tempo reservar para conhecer?
Para uma primeira visita tranquila, eu reservaria pelo menos 1h30 a 2 horas. É tempo suficiente para caminhar, observar os principais pontos e fazer algumas paradas sem transformar o passeio em uma corrida.
Se estiver com crianças, quiser atravessar completamente a Ponte Pedro e Inês, parar nas esplanadas ou continuar o passeio pelo Parque Manuel Braga, vale reservar mais tempo. Nós estávamos com a Clara e ainda fizemos uma parada no parque infantil, então nosso ritmo naturalmente foi diferente de quem simplesmente atravessa o parque caminhando.
Vale a pena visitar com crianças?
Na nossa experiência, sim. O parque tem bastante espaço aberto para caminhar, áreas verdes e parque infantil, além do urso verde, que naturalmente chama a atenção das crianças. Foi justamente por estarmos com a Clara que nosso passeio teve algumas pausas diferentes, em vez de simplesmente passar pelos pontos principais, deixamos que ela brincasse um pouco e seguimos depois.
Para uma viagem em família, achei isso uma vantagem: o Parque Verde não exige que a criança fique apenas acompanhando um roteiro pensado para adultos.
Onde comer ou tomar café?
Existem esplanadas, cafés e espaços de restauração na zona do Parque Verde. Quando passamos por eles, porém, ainda era cedo e encontramos os estabelecimentos fechados, inclusive o café em frente ao parque infantil.
Por isso acabamos tomando café mais tarde, já fora do parque, no Mr. Brownie, depois de procurarmos nosso ímã de Coimbra. Se a ideia for comer no próprio Parque, vale verificar os horários dos estabelecimentos antes da visita, principalmente se você pretende chegar cedo como nós.
Qual é o melhor horário para visitar?
Nós visitamos o parque pela manhã e encontramos tudo muito tranquilo. Para caminhar, tirar fotos e deixar a Clara brincar, foi ótimo porque havia pouco movimento.
Em compensação, chegamos cedo o suficiente para encontrar as esplanadas e o café ainda fechados. Então existe uma troca: quem prefere tranquilidade pode gostar de ir mais cedo; quem quer aproveitar cafés, esplanadas e um ambiente mais movimentado provavelmente terá uma experiência diferente em outro horário. Eu escolheria o horário de acordo com o objetivo da visita.
E a acessibilidade?
Durante nosso percurso encontramos caminhos amplos e áreas planas em boa parte do Parque Verde, e a Ponte Pedro e Inês é destinada à circulação pedonal e ciclável.
Ainda assim, como não fizemos a visita avaliando especificamente condições de acessibilidade, não consigo afirmar que todo o percurso, equipamentos e acessos sejam adequados a todas as necessidades de mobilidade. Se esse for um ponto essencial para sua visita, recomendo confirmar previamente as condições atuais dos acessos que pretende utilizar.
Quanto pagamos de portagens de Santarém até Coimbra?
Como fizemos a viagem de carro, um dos custos que entrou no nosso roteiro foram as portagens. Saindo de Santarém em direção a Coimbra, pagamos €11,45 em portagens até Condeixa, já próximo do nosso destino.
É um valor que vale considerar no orçamento se você pretende fazer um trajeto semelhante de carro. Esse foi o custo da nossa viagem e pode variar conforme a rota, o veículo e as tarifas em vigor no momento da visita.


[…] Antes de chegarmos ao Porto, nossa viagem passou por Coimbra. Foi lá que conhecemos o Parque Verde do Mondego, caminhamos pela região do rio, encontramos algumas curiosidades pelo caminho e registramos a primeira parte desse roteiro. Se você está acompanhando nossa viagem desde o início, pode continuar por aqui: https://izafonseca.com/parque-verde-do-mondego-coimbra/ […]